Quando faz sentido contratar uma consultoria financeira para pequenas e médias empresas | Recuperação de Empresas
- Frederico Soares
- Jan 27
- 7 min read
Updated: Feb 1
“Será que já está na hora de pedir ajuda?”

Muitos donos de pequenas e médias empresas vivem esse dilema:
“Eu até sei que minha gestão financeira não está redonda…”
“Sei que poderia sobrar mais dinheiro, mas ainda consigo pagar tudo (com aperto).”
“Consultoria financeira não é coisa só para empresa grande?”
“Será que vale o investimento agora ou ainda dá para ir tocando sozinho?”
Enquanto essa dúvida fica na gaveta, a empresa segue:
Com lucro abaixo do potencial,
Caixa apertado quase todo mês,
E o empresário trabalhando muito mais do que deveria para ver pouco retorno pessoal.
Neste artigo, você vai entender de forma clara:
Quando faz sentido contratar uma consultoria financeira empresarial para PMEs.
Quais sinais de alerta mostram que é melhor não adiar.
O que uma boa consultoria faz na prática (e o que NÃO é papel dela).
Como funciona um processo de diagnóstico financeiro inicial como o da BRK Consult.
E como isso se conecta diretamente com gerar mais lucro e caixa, não só relatórios bonitos.
Se você sente que sua empresa poderia estar em situação bem melhor do que está hoje, mas não enxerga exatamente onde está o problema, o primeiro passo é um diagnóstico profissional.
Recuperação de Empresas | O que é, de fato, uma consultoria financeira empresarial (sem fantasia)
Vamos tirar alguns mitos do caminho.
Consultoria financeira empresarial para PMEs NÃO é:
“Um cara de gravata fazendo planilhas incompreensíveis.”
Um serviço só para multinacionais ou grandes grupos.
Alguém que vem “mandar” na sua empresa sem entender sua realidade.
Uma boa consultoria financeira para pequenas e médias empresas é:
Um olhar técnico e experiente sobre os números e a rotina financeira do seu negócio.
Com foco em resultado prático: mais lucro, mais caixa, menos risco.
Que traz método, organização e visão de fora, sem estar contaminado pelo dia a dia.
Na prática, envolve:
Diagnosticar onde o dinheiro está sendo perdido.
Ajudar a reorganizar preços, custos, prazos e dívidas.
Implantar controles simples, que você consiga usar na rotina.
Apoiar o empresário na tomada de decisão.
Sinais de que sua empresa já passou do ponto de “resolver sozinho”
Se você se identifica com alguns desses cenários, já faz sentido considerar uma consultoria:
1. Você não consegue responder com segurança: “Quanto realmente sobra por mês?”
Perguntas básicas que muitos empresários não conseguem responder com números:
Qual é o lucro líquido médio da empresa por mês?
Qual é a margem de lucro dos principais produtos/serviços?
Qual é o seu custo fixo mensal total?
Se essas respostas vêm com frases como “mais ou menos”, “na faixa de…”, “acho que…”, isso indica falta de visão gerencial – e é aí que consultoria faz diferença.
2. A empresa fatura, mas o caixa vive no limite
Você pode estar nesse grupo se:
Todo mês é uma corrida para pagar folha, impostos e fornecedores.
Usa limite bancário ou antecipação de recebíveis com frequência.
Qualquer imprevisto (um equipamento que quebra, um cliente que atrasa) bagunça todo o caixa.
Esse é o típico caso de empresa que fatura, mas não sobra dinheiro.Nesse ponto, o risco de crise é muito maior do que parece.
(Aqui é um ótimo ponto para inserir um link interno para o artigo 1: “Minha empresa fatura, mas não vejo a cor do dinheiro…”)
3. Você sente que trabalha demais para ver pouco retorno pessoal
Alguns sinais:
O negócio até vai girando, mas você não consegue se pagar como gostaria.
Quando entra um pouco mais de dinheiro, logo aparece um buraco para tapar.
Fica difícil separar a vida da empresa e a sua vida pessoal.
Isso geralmente indica:
Falta de clareza sobre pró-labore e retiradas.
Mistura de contas pessoais com contas da empresa.
Estrutura financeira mal desenhada.
4. A empresa cresceu, mas a gestão ficou para trás
É comum:
A empresa crescer em faturamento,
Ampliar equipe, estoque, estrutura,
Mas seguir com um controle financeiro caseiro, de quando era bem menor.
O que funcionava quando faturava R$ 50 mil/mês não funciona quando fatura R$ 300 mil, R$ 500 mil, R$ 1 milhão.
Esse descompasso entre tamanho do negócio e maturidade da gestão financeira é terreno fértil para problemas sérios nos próximos anos.
5. Você já está em crise ou quase entrando
Aqui o cenário é mais agudo:
Atrasos constantes com fornecedores e impostos.
Parcelamento de tributos, empréstimos novos para pagar dívidas antigas.
Medo real de não conseguir pagar folha em algum mês.
Nessa situação, além de “consultoria”, o trabalho envolve uma reorganização financeira mais forte, algo próximo de uma reestruturação.
Quando vale a pena contratar consultoria mesmo sem estar em crise
Nem toda consultoria é para “apagar incêndio”. Muitas empresas recorrem a um especialista para:
1. Preparar a empresa para crescer com segurança
Antes de:
Abrir novas unidades,
Entrar em outro estado,
Investir pesado em marketing e equipe, faz todo sentido:
Entender se o negócio é realmente lucrativo.
Saber qual o limite de crescimento sustentado pelo caixa.
Simular cenários: “Se eu dobrar o faturamento, meu caixa aguenta?”
Consultoria entra para:
Montar projeções financeiras realistas.
Definir indicadores de controle.
Ajustar o modelo para o crescimento não virar uma armadilha.
2. Aumentar lucro e valor da empresa para uma possível venda ou sucessão
Empresas mais organizadas financeiramente:
Têm mais valor de mercado.
São mais atrativas para investidores ou compradores.
Facilitam processos de sucessão familiar ou entrada de sócios.
Uma consultoria ajuda a:
Profissionalizar contas, indicadores e relatórios.
Separar claramente o que é empresa e o que é sócio.
Deixar o negócio menos dependente de você no dia a dia.
O que uma boa consultoria financeira faz na prática dentro de uma PME
Cada consultoria tem sua metodologia, mas, em linhas gerais, um bom trabalho para pequenas e médias empresas (como o da BRK Consult) passa por:
1. Diagnóstico financeiro profundo
Não é “olhada rápida no extrato”. É um raio-x que envolve:
Levantamento do histórico de receitas, custos e despesas.
Análise da margem de contribuição por produto/serviço.
Estudo do fluxo de caixa (entradas, saídas, prazos).
Avaliação de dívidas, juros e relacionamento bancário.
Identificação de erros, inconsistências e oportunidades de resgate de valores.
O objetivo é responder:
Onde o dinheiro está se perdendo hoje?
A empresa é realmente lucrativa ou só parece?
De onde podem vir as melhores melhorias de resultado no curto prazo?
2. Organização da “casa financeira”
Inclui:
Separar de vez contas pessoais x contas da empresa.
Definir pró-labore e política de retiradas.
Colocar em prática controles mínimos:
Fluxo de caixa.
DRE gerencial.
Planejamento de pagamentos.
Não é criar burocracia; é criar visão clara.
3. Revisão de preços, custos e estrutura
Com os números certos:
Recalcular preços de venda, garantindo margem adequada.
Identificar produtos/serviços que devem ser:
Reajustados,
Reposicionados,
Ou descontinuados.
Revisar custos fixos e despesas que não se pagam.
A meta é clara: aumentar lucro e gerar folga de caixa.
4. Ajuste de prazos e reestruturação de dívidas
Dependendo do caso:
Negociar com fornecedores para melhorar prazos.
Revisar condições com bancos (juros, garantias, prazo).
Estruturar um plano de desendividamento sustentável, sem matar a operação.
5. Plano de ação e acompanhamento
Não basta apontar problemas; é preciso:
Definir um plano de ação para 60–90 dias.
Priorizar o que traz mais impacto de caixa.
Acompanhar a implementação, ajudando o empresário a ajustar rota.
O que você deve esperar (e exigir) de uma consultoria financeira
1. Foco em resultado, não só em relatório
Relatório por si só não paga conta.
Você deve esperar:
Clareza sobre quanto pode melhorar em lucro e caixa.
Ações concretas para chegar lá.
Indicadores de acompanhamento simples de entender.
2. Linguagem acessível e aderência à sua realidade
Uma boa consultoria:
Não fala só em “jargão” sem explicar.
Traduz números em decisões práticas.
Entende a particularidade do seu segmento (comércio, serviços, clínica, indústria etc.).
3. Alinhamento de interesses
Modelos em que:
Parte da remuneração está ligada a resultado ou sucesso,
Ou em que há um diagnóstico inicial de alto valor e depois participação em ganhos, tendem a alinhar mais o interesse da consultoria com o da empresa.
No caso da BRK Consult, por exemplo:
Há uma avaliação/diagnóstico inicial detalhada,
E um valor adicional atrelado ao sucesso (valores resgatados / plano implementado).
Como funciona, na prática, o diagnóstico financeiro inicial da BRK Consult
Adaptando ao seu contexto:
Coleta de dados
Informações de faturamento, custos, despesas, dívidas e fluxo de caixa.
Documentos essenciais (DRE, extratos, contratos principais etc.).
Análise técnica profunda do “passado financeiro”
Identificação de padrões de erro.
Localização de inconsistências, desperdícios e oportunidades de resgate.
Cálculo de margens, ciclos de caixa e pontos de atenção.
Devolutiva estruturada
Reunião em que você recebe:
Diagnóstico claro da situação.
Mapa dos principais problemas.
Estimativa de potencial de ganho (onde dá para melhorar lucro e caixa).
Orientações sobre próximos passos.
Proposta de plano (se fizer sentido)
Caso a situação peça acompanhamento, apresenta-se um plano de atuação.
Sempre com foco em gerar resultado financeiro medível.
Quer saber se já faz sentido contratar uma consultoria financeira para a sua empresa, sem compromisso?Solicite um Mapeamento Gratuito de Dinheiro que Sua Empresa Está Perdendo e veja, com base nos seus números, se é hora de dar esse passo.
Como saber se você está pronto para esse passo
Responda com sinceridade:
Se você se reconhece em pelo menos 3 destas situações…
Não sabe exatamente quanto sobra de lucro todo mês.
Sua empresa fatura bem, mas o caixa vive no limite.
Você mistura contas pessoais com as da empresa.
Já atrasou fornecedores, impostos ou folha recentemente.
Tem medo de que um problema maior (perder um cliente grande, uma multa, um bloqueio) desorganize tudo.
Sente que trabalha muito mais do que ganha, considerando o risco que corre como dono.
… então já faz sentido conversar com um consultor financeiro empresarial.
Se você ainda está “relativamente confortável”, mas quer crescer
Mesmo sem crise, pode ser a hora certa se:
Você está planejando crescimento (nova unidade, expansão geográfica, aumento de equipe).
Quer aumentar lucro sem necessariamente aumentar faturamento.
Pensa em, no futuro, vender a empresa ou trazer um sócio/investidor.
Nesses casos, uma consultoria ajuda a:
Preparar o terreno,
Evitar erros caros,
E garantir que o crescimento venha com segurança financeira.
Próximo passo: tirar a dúvida com base em números, não em “achismo”
Em vez de ficar na pergunta “será que eu já preciso de consultoria?”, você pode:
Colocar seus números na mesa,
Passar por um diagnóstico financeiro objetivo,
Ouvir de um especialista:
Se há risco de crise mais à frente.
Onde dá para melhorar resultado rapidamente.
Se faz sentido (ou não) avançar para um trabalho mais profundo.
A BRK Consult foi estruturada justamente para atender:
Pequenas e médias empresas de comércio e serviços,
Clínicas e consultórios,
Indústrias com problema de custo, precificação, margem e problemas estratégicos.
O foco não é volume de relatórios. O foco é: transformar esforço e faturamento em lucro e caixa de verdade.
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