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O que fazer nos próximos 90 dias se sua empresa está no vermelho | Consultoria Financeira Para Empresas

  • Writer: Frederico Soares
    Frederico Soares
  • Jan 28
  • 7 min read

Updated: Feb 1

Quando o “aperto” vira medo real


Empresa no vermelho: o que fazer nos próximos 90 dias para evitar uma crise maior | BRK Consult

Se a situação hoje está mais ou menos assim:


  • A empresa já não consegue pagar tudo em dia;

  • dívidas em banco, impostos atrasados ou fornecedores pressionando;

  • O limite do cheque especial / conta garantida está sempre estourado;

  • E você, como dono, começa a pensar: “Será que minha empresa aguenta mais 1 ano assim?”, então você precisa de um plano de 90 dias, não de mais remendos.


Este artigo foi escrito para empresários que:


  • Já estão com a empresa no vermelho;

  • Precisam sobreviver aos próximos meses sem quebrar;

  • Sabem que continuar fazendo “mais do mesmo” não é opção.


Aqui você vai ver, de forma prática:


  • Qual deve ser o foco dos primeiros 30, 60 e 90 dias;

  • O que fazer e o que evitar nesse período crítico;

  • Como organizar caixa, priorizar pagamentos e começar uma reestruturação;

  • E como um diagnóstico financeiro profissional pode ser o divisor de águas entre recuperação e falência.


Sugestão de CTA 1 (logo após a introdução):Texto:“Se sua empresa já está no vermelho, o tempo de decidir é agora. Cada mês que passa sem um plano aumenta o risco. Comece com uma auditoria focada em achar dinheiro e organizar suas finanças.”Botão: “Quero uma Auditoria Financeira Inicial Gratuita”Link para a landing de diagnóstico/auditoria da BRK Consult.

Consultoria Financeira Para Empresas | Antes de tudo: 3 verdades duras que você precisa encarar


1. Sozinho, no improviso, a tendência é piorar


Continuar:


  • Pegando empréstimo pontual,

  • Atrasando contas “no grito”,

  • E decidindo tudo em cima da hora, empurra o problema para frente e, em geral, o aumenta.


2. O problema não é só “falta de venda”


Em muitas empresas no vermelho, o problema é:


  • Margem ruim;

  • Custos fixos inchados;

  • Prazos desajustados;

  • Dívidas mal estruturadas.


Vender mais, sem arrumar isso, muitas vezes acelera a crise.


3. Não existe plano sério de recuperação sem olhar de perto os números


Se você não sabe:


  • Quanto realmente deve;

  • O que custa manter a empresa aberta por mês;

  • Onde o dinheiro está se perdendo, qualquer decisão é chute. E chute, em crise, é arriscado demais.


Visão geral: o plano de 90 dias em 3 etapas


Vamos dividir em:


  • Dias 1 a 30 – Estancar o sangramento e ganhar clareza

  • Dias 31 a 60 – Reorganizar compromissos e operação

  • Dias 61 a 90 – Ajustar estrutura e consolidar a reestruturação


Cada fase tem foco e ações específicas.


Dias 1 a 30 – Estancar o sangramento e enxergar o tamanho real do problema


Passo 1: levantar, com sinceridade, tudo o que você deve


Você precisa de um mapa completo das dívidas:


  • Bancos:


    • Tipo de crédito (capital de giro, conta garantida, cartão, cheque especial etc.);

    • Saldo devedor;

    • Taxa de juros;

    • Valor da parcela mensal.


  • Fornecedores:


    • Quem são os principais;

    • Quanto está em aberto com cada um;

    • Qual a situação (atrasado, renegociado, protestado).


  • Governo (impostos):


    • Tributos atrasados;

    • Parcelamentos em andamento;

    • Multas e juros.


  • Outros compromissos relevantes:


    • Aluguéis;

    • Contratos de serviço (máquinas, softwares, terceirizações etc.).


Não precisa ser documento perfeito; precisa ser verdadeiro.Em crise, “enganar o papel” é enganar a si mesmo.


Passo 2: entender qual é o custo fixo mínimo da empresa


Liste o que é indispensável para:


  • Manter a empresa aberta;

  • Atender clientes;

  • Cumprir exigências legais e trabalhistas.


Inclua:


  • Folha de pagamento (salários + encargos);

  • Aluguel, água, luz, internet;

  • Contabilidade;

  • Sistemas essenciais;

  • Despesas mínimas de operação (insumos básicos, transporte etc.).


A pergunta aqui é: “Quanto custa, por mês, manter essa empresa viva, mesmo em modo de sobrevivência?”


Esse número é fundamental para:


  • Saber se o faturamento atual é suficiente (mesmo que mal organizado);

  • Entender quanto você precisa gerar de caixa no mínimo.


Passo 3: montar um fluxo de caixa de 30 dias – nem que seja em uma planilha simples


Você precisa visualizar, dia a dia ou semana a semana:


  • Entradas previstas (recebimentos de clientes, outras receitas);

  • Saídas obrigatórias (folha, impostos inadiáveis, fornecedores críticos, aluguel, banco).


Objetivo:


  • Ver onde o caixa vai estourar;

  • E com quanta antecedência você sabe disso.


Nessa fase, muitas empresas percebem que:


  • O problema não é só “falta de dinheiro”,

  • É também falta de planejamento mínimo.

Aqui é o momento ideal para acionar um especialista. Uma consultoria financeira, como a BRK Consult, consegue em poucos dias organizar esse fluxo e mostrar onde estão os maiores vazamentos.


Passo 4: priorizar pagamentos – nem tudo tem o mesmo peso


Quando o dinheiro não dá para tudo, você precisa definir prioridades:


Em geral, entram como prioridade máxima:


  1. Folha de pagamento – manter equipe essencial;

  2. Impostos que possam gerar bloqueios graves (como bloqueio de conta ou protestos);

  3. Fornecedores críticos, que podem parar sua operação se não forem pagos;

  4. Aluguel do ponto, se ele for estratégico;


Depois, vêm:


  • Despesas que impactam menos a continuidade,

  • Custos que podem ser reduzidos ou renegociados.


Essa priorização deve ser feita com critério, não no desespero.É aqui que um olhar técnico ajuda a não cortar o que não deve.


Dias 31 a 60 – Reorganizar compromissos e operação


Com a fotografia mais clara dos primeiros 30 dias, é hora de mexer na estrutura.


Passo 5: iniciar renegociações estruturadas (não “pedir prazo” sem plano)


Agora, sim, é hora de conversar com:


  • Bancos;

  • Fornecedores;

  • Credores em geral.


Mas com uma diferença: você vai com números na mão.


O que isso significa na prática:


  • Levar uma visão do seu fluxo de caixa e capacidade real de pagamento;

  • Mostrar um plano mínimo de recuperação (o que está sendo ajustado na operação);

  • Buscar condições que caibam no fluxo – e não apenas “a menor parcela possível” em qualquer prazo.


Em uma reestruturação bem feita, muitas vezes é possível:


  • Alongar prazos;

  • Reduzir juros;

  • Trocar dívidas caras por linhas mais baratas;

  • Negociar descontos para acordos bem estruturados.


Esse ponto costuma ser muito melhor conduzido com apoio de consultoria, porque:


  • Consultores conhecem linguagem e limites de bancos;

  • Sabem até onde insistir e quando recuar;

  • E conseguem separar a parte emocional da negociação.


Passo 6: revisar custos fixos com bisturi, não com machado


Agora é a hora de cortar custos, mas do jeito certo.


O que cortar primeiro


  • Despesas que não trazem retorno mensurável;

  • Contratos que podem ser renegociados ou substituídos;

  • Benefícios/despesas acessórias que não afetam diretamente a operação.


O que proteger (ou revisar com muito cuidado)


  • Equipe-chave de operação e vendas;

  • Investimentos de marketing que trazem clientes e caixa;

  • Qualidade mínima de produto/serviço (cortar qualidade pode matar o negócio).


A pergunta sempre deve ser: “Se eu cortar isso, ajudo ou atrapalho a capacidade da empresa de gerar caixa?”


Passo 7: mexer no mix e na precificação (às vezes, vender “menos” é melhor do que vender “mais”)


Muitas empresas no vermelho:


  • Vendem produtos/serviços com margem muito baixa ou negativa;

  • Dão prazos longos demais para clientes;

  • Carregam clientes e contratos que mais consomem do que trazem caixa.


Com base no diagnóstico, você pode:


  • Reajustar preços onde houver espaço;

  • Rever prazos de pagamento concedidos;

  • Focar esforço comercial em produtos, serviços e clientes que geram caixa rápido;

  • Descontinuar linhas que são estruturalmente ruins.


Sim, em alguns casos:


  • O faturamento total pode até cair um pouco;

  • Mas o caixa melhora, porque você para de vender o que dá prejuízo.


Passo 8: alinhar expectativas com sócios e família


Período de reestruturação é tenso. Por isso, é importante:


  • Alinhar, entre sócios, a real situação;

  • Definir quem toma quais decisões;

  • Explicar (quando necessário) à família que:

    • Retiradas podem precisar ser ajustadas;

    • Alguns sacrifícios temporários serão feitos para salvar o negócio.


A pior combinação em crise é:

  • Problema sério de caixa +

  • Sócios e família sem entender o que está acontecendo.


Dias 61 a 90 – Ajustar estrutura e consolidar o plano de reestruturação


Se os passos anteriores forem bem feitos, nos dias 61 a 90 você já deve:

  • Ter um pouco mais de visibilidade do caixa;

  • Ter iniciado renegociações;

  • Ter reduzido gastos supérfluos;

  • Começar a ver os primeiros sinais de alívio, mesmo que pequenos.

Agora, o foco é não voltar aos velhos hábitos.


Passo 9: implantar controles mínimos que passem a fazer parte da rotina


Alguns controles básicos que precisam virar padrão:

  • Fluxo de caixa projetado (pelo menos 3 meses à frente);

  • DRE gerencial mensal (resultado econômico real);

  • Acompanhamento de:

    • Ponto de equilíbrio (quanto precisa vender para não ter prejuízo);

    • Endividamento (total e mensal);

    • Margens por produto/serviço.

Isso não precisa virar burocracia pesada.Precisa ser simples o suficiente para ser usado de verdade.


Passo 10: revisar o plano a cada 30 dias e ajustar rota


Reestruturação não é uma planilha fixa; é um processo vivo.


A cada 30 dias, é importante:


  • Comparar projeções x realizado;

  • Ver se o plano de renegociação está sendo cumprido;

  • Identificar o que funcionou (e deve ser intensificado) e o que não funcionou (e deve ser corrigido).


Essa revisão periódica, com um consultor ao lado, é o que faz a diferença entre:


  • Um plano que fica bonito no papel e morre;

  • E um plano que realmente tira a empresa do vermelho.


O papel da consultoria financeira nesse processo de 90 dias


Tentar fazer tudo isso sozinho, no meio de:


  • Pressão de credores;

  • Cobrança de equipe;

  • Operação diária, é extremamente pesado.


Uma consultoria como a BRK Consult entra para:


  • Conduzir o diagnóstico/auditoria financeira inicial com profundidade;

  • Ajudar a priorizar ações (o que dá mais resultado mais rápido);

  • Apoiar na negociação com bancos e fornecedores;

  • Desenhar e acompanhar o plano de 90 dias e os ajustes posteriores.


O modelo de atuação da BRK Consult:


  • Inclui uma avaliação/diagnóstico inicial detalhada,

  • Com foco em:

    • Encontrar valores a resgatar;

    • Mapear inconsistências;

    • Identificar oportunidades reais de recuperação;

  • E um componente de remuneração por sucesso ligado a valores recuperados / plano implementado.

Se a sua empresa está no vermelho, você não precisa – e não deve – enfrentar isso sozinho.Solicite um Diagnóstico Financeiro Gratuito para entender qual é o plano de 90 dias mais adequado para o seu caso.


O que você pode fazer hoje, antes mesmo de fechar o navegador


Para transformar esse conteúdo em ação:


1. Escrever em uma folha: “Se nada mudar, o que acontece em 6 meses?”


Responda com sinceridade:


  • Continuando como está, sua empresa aguenta mais 6 meses? 1 ano?

  • O que você mais teme que aconteça (bloqueio, falência, perda de clientes, desgaste pessoal)?


Isso ajuda a tirar o problema do abstrato.


2. Listar rapidamente suas principais dívidas e custos fixos


Não precisa ser perfeito:


  • Só ter um primeiro rascunho já muda sua percepção.

  • Esse rascunho é o ponto de partida para um diagnóstico profissional.


3. Marcar uma conversa sobre reestruturação com um especialista


Você não precisa se comprometer com um projeto enorme de cara. Pode começar com:


  • Uma audiência de diagnóstico,

  • Uma análise inicial dos seus números,

  • E uma conversa franca sobre o que é possível fazer em 90 dias.


É exatamente isso que a BRK Consult se propõe a fazer: pegar o cenário real da sua empresa hoje e construir, junto com você, um caminho para sair do vermelho com o máximo de proteção possível.

 
 
 

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