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Dono de empresa sobrecarregado: como sair do apaga-incêndio e assumir o comando das finanças | Reestruturação de Empresas

  • Writer: Frederico Soares
    Frederico Soares
  • Feb 4
  • 6 min read

Reestruturação de Empresas | Quando o dono é o primeiro a chegar, o último a sair e o único a ter medo do futuro


Você vive apagando incêndio na empresa e nunca consegue parar para organizar as finanças? Veja como sair do modo reativo, assumir o comando financeiro do negócio e tomar decisões com base em números, não em correria.

Talvez o seu dia a dia esteja assim:

  • Você resolve tudo: vendas, operação, financeiro, banco, fornecedores, equipe.

  • É o primeiro a chegar, o último a sair e, muitas vezes, leva problema para casa.

  • Vira especialista em apagar incêndio: cada dia é uma crise diferente.

  • Quando o assunto é finanças, vive entre:

    • “Tem dinheiro hoje?”

    • “Dá para pagar isso?”

    • “Vamos ver como fica no fim do mês.”


No fundo, você sabe que:

  • Não tem o controle que gostaria das finanças.

  • Toma decisões importantes com base em sensação, não em números.

  • E isso aumenta seu medo de errar – e de um dia a empresa quebrar.


Neste artigo, vamos falar de forma prática sobre:

  • Por que tantos donos de PMEs caem no modo “apaga-incêndio”.

  • O que significa, de verdade, “assumir o comando das finanças”.

  • Quais são os poucos controles que você precisa ter (sem virar contador).

  • E como um diagnóstico financeiro pode tirar você do improviso e colocar no comando.


Se você sente que está sempre correndo atrás do caixa e nunca no controle, um bom ponto de virada é colocar seus números nas mãos de um especialista. Comece com um Diagnóstico Financeiro Gratuito da BRK Consult.


Por que tantos donos vivem no modo apaga-incêndio (especialmente nas finanças)


Alguns motivos comuns:

  • A empresa cresceu, mas a gestão financeira ficou no improviso.

  • O dono foi acumulando funções e nunca conseguiu “parar para organizar”.

  • Falta gente de confiança para delegar partes sensíveis (como financeiro).

  • Há um certo medo de olhar os números e descobrir que a situação é pior do que parece.


Resultado:

  • O dono passa o dia reagindo a problemas.

  • O financeiro vira algo que se resolve “na marra”, com:

    • Ligações para banco.

    • Puxadinhos de limite.

    • Decisões rápidas sobre quem paga hoje e quem atrasa.


Isso é exaustivo – e perigoso.


O que significa “assumir o comando das finanças” (sem virar refém de planilha)


Assumir o comando das finanças não é:

  • Virar financeiro full time.

  • Passar o dia fazendo conciliação bancária.

  • Fazer relatórios complexos que ninguém lê.


Assumir o comando das finanças é:

  • Ter visão clara do que importa:

    • Quanto entra.

    • Quanto sai.

    • O que sobra.

    • Como estará o caixa nos próximos dias e meses.

  • Tomar decisões com base em dados simples, mas confiáveis.

  • Delegar execução (lançamentos, emissão de boletos, etc.), mas não delegar o comando.


Você não precisa ser o “financeiro da empresa”. Mas precisa ser o dono das decisões financeiras.


4 pontos que todo dono precisa enxergar, no mínimo, sobre as finanças


Se você quer sair do apaga-incêndio, comece garantindo que enxerga quatro coisas:


1. Faturamento, custos e lucro dos últimos meses


Perguntas básicas:

  • Quanto a empresa faturou, em média, nos últimos 6–12 meses?

  • Quanto custa, por mês, manter a empresa aberta (custos fixos)?

  • Quanto, em média, sobrou de lucro – de verdade?


Sem isso, você:

  • Não sabe se o problema é faturamento, custo, margem ou retirada.

  • Tende a culpar o que está mais na sua frente (“falta venda”) – mesmo quando não é isso.


2. Caixa hoje e nos próximos 30–60 dias


Você precisa ver:

  • Quanto tem hoje em caixa (conta, aplicações, etc.).

  • Quais são as entradas previstas e saídas previstas nas próximas semanas.


Essa é a base do fluxo de caixa projetado – que:

  • Evita sustos.

  • Permite se antecipar a problemas (renegociar, cobrar, ajustar despesas).


3. Dívidas e compromissos financeiros


Saber, com clareza:

  • O que deve para bancos (quanto, a que taxa, com que parcelas).

  • O que deve para fornecedores (quem, quanto, prazo).

  • Quais impostos estão em atraso ou parcelados.


Isso mostra:

  • O peso da dívida no seu resultado.

  • Se é preciso renegociar, reduzir custos ou ambos.


4. Quanto você (sócio) retira, de verdade, por mês


Não só o pró-labore “oficial”, mas:

  • Retiradas extras.

  • Pagamentos de despesas pessoais pela conta da empresa.


Muitos donos descobrem, quando olham isso, que:

  • A empresa até gera um resultado razoável,

  • Mas o problema está na forma desorganizada de retirar dinheiro.


Passos práticos para sair do apaga-incêndio financeiro


Vamos ao que dá para fazer, na prática.


Passo 1: reservar tempo de “dono estratégico”, não só de “dono operacional”


Se você está sempre no operacional, nunca vai conseguir organizar o financeiro.


Defina:

  • Pelo menos 1 bloco fixo por semana (ex.: 1h na terça-feira de manhã) para olhar apenas finanças.

  • Sem interrupções, sem celular apitando.


Nessa 1h, o foco é:

  • Ver números.

  • Entender o quadro.

  • Tomar decisões (não executar tarefas).


Passo 2: organizar um controle financeiro simples (que você entenda)


Não adianta ter:

  • Um sistema super complexo que só o financeiro sabe usar.

  • Uma planilha que você tem medo de abrir.


Você precisa de um modelo simples, que você mesmo consiga ler:

  • Contas a receber.

  • Contas a pagar.

  • Fluxo de caixa (realizado e projetado).

  • Visão básica de DRE (faturamento, custos, lucro).


Mesmo que alguém da equipe alimente os dados:

  • O modelo precisa estar claro para você.

  • Você tem que conseguir bater o olho e entender.


Passo 3: separar de vez conta pessoal e conta da empresa


Enquanto isso não acontecer:

  • Você nunca vai saber se a empresa dá dinheiro de verdade.

  • O fluxo de caixa vai ser um misto de negócio + vida pessoal.


Movimentos mínimos:

  • Definir um pró-labore fixo.

  • Parar de pagar despesas pessoais com a conta PJ.

  • Registrar, com clareza, qualquer transferência entre pessoa física e jurídica.


Isso sozinho já:

  • Reduz o “ruído” nos números.

  • Melhora sua capacidade de decidir.


Passo 4: criar o hábito de olhar o futuro, não só o presente


Todo dono que vive no apaga-incêndio:

  • Olha mais para ontem e para hoje.

  • Olha pouco para amanhã.


Comece a olhar, semanalmente:

  • O fluxo de caixa dos próximos 30 dias.

  • Os principais vencimentos que vêm pela frente.

  • As entradas esperadas.


E, a partir disso, faça perguntas simples:

  • “Deste jeito, falta dinheiro em algum dia?”

  • “Posso adiantar alguma cobrança?”

  • “Preciso renegociar algo agora, antes de virar atraso?”


Isso muda sua postura de:

  • “Apagar incêndio”

para

  • “Prevenir incêndio”.


Passo 5: admitir quando o problema é maior do que só “falta de controle”


Em alguns casos, ao organizar o básico, o dono percebe que:

  • O problema não é só desorganização.

  • A empresa está realmente em crise ou quase lá.


Sinais:

  • Mesmo com fluxo de caixa organizado, o saldo tende a ficar negativo.

  • Dívidas bancárias e impostos pesam demais no resultado.

  • Custos fixos são altos demais para o porte da empresa.

  • Faturamento não cobre, com folga, as obrigações.


Aqui, seguir sozinho, no improviso, é arriscado.


É o momento de:

  • Buscar um diagnóstico financeiro profissional.

  • Entender se é caso de reestruturação financeira.

  • Ver se a empresa é recuperável – e como.


Como a BRK Consult ajuda o dono a sair do apaga-incêndio


A BRK Consult trabalha justamente com donos de PMEs que:

  • Estão sobrecarregados.

  • Não têm clareza total das finanças.

  • Sentem que a empresa poderia estar melhor – mas não sabem por onde começar.


O ponto de partida é uma:

  • Avaliação / Auditoria Financeira Inicial Detalhada, na qual:

    • Organizamos e analisamos o passado financeiro (12–24 meses).

    • Mapeamos faturamento, custos, despesas, dívidas, fluxo de caixa.

    • Identificamos erros, desperdícios, riscos e oportunidades.


A partir disso, entregamos:

  • Um raio-X claro da situação.

  • Um plano de ação prático, com prioridades:

    • O que precisa ser feito primeiro.

    • O que pode esperar.

    • Onde mexer para aliviar caixa e aumentar lucro.


E fazemos isso:

  • Com linguagem simples, para o dono entender.

  • Com foco em resultado, não em relatório bonito.

  • Com parte dos honorários atrelada ao sucesso (valores recuperados / plano implementado).

Você não precisa – e não deve – continuar carregando tudo sozinho no escuro. Solicite um Diagnóstico Financeiro Gratuito e dê o primeiro passo para sair do apaga-incêndio e assumir, de fato, o comando das finanças da sua empresa.


Conclusão: seu papel é decidir com clareza, não viver no susto


Como dono, seu papel principal não é:

  • Fazer todos os lançamentos.

  • Responder a todas as cobranças.

  • Passar o dia inteiro no banco.


Seu papel é:

  • Enxergar o todo.

  • Entender, minimamente, os números principais.

  • Tomar decisões firmes com base em informação.


Quando você está só apagando incêndio:

  • Reage ao problema.

  • Fica refém do caixa.

  • Vive com medo de errar.


Quando assume o comando das finanças:

  • Cria rotina de olhar números.

  • Coloca estrutura mínima de controle.

  • Busca ajuda quando percebe que o buraco é mais fundo.


E é aí que, de fato, você deixa de ser apenas operador da empresa e passa a ser gestor do negócio – com muito mais chance de ver seu esforço virar resultado real, lucro e tranquilidade.

 
 
 

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