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Consultoria Financeira Para Empresas | Como saber se sua empresa está caminhando para a falência (e o que fazer a tempo de evitar)

  • Writer: Frederico Soares
    Frederico Soares
  • Jan 28
  • 8 min read

Updated: Feb 1

Como saber se sua empresa está caminhando para a falência | Sinais e saída prática | BRK Consult

Consultoria Financeira Para Empresas | Quando o medo de quebrar deixa de ser exagero


Talvez você esteja vivendo algo parecido com isto:


  • As contas não “fecham” há meses.

  • Dívidas bancárias e impostos atrasados aumentam.

  • Fornecedores estão cada vez mais impacientes.

  • Todo mês existe a dúvida real: “Será que vou conseguir pagar a folha?”  

  • E, no fundo, uma pergunta martela: “Será que minha empresa está caminhando para a falência?”


Essa não é uma pergunta confortável, mas é uma das mais importantes que um empresário pode fazer.


Neste artigo, vamos direto ao ponto:


  • Quais são os principais sinais de que uma empresa está se aproximando da falência.

  • Como diferenciar uma fase difícil de uma tendência perigosa.

  • O que você não deve fazer (e que pode acelerar o fim).

  • E quais passos práticos podem ser dados para tentar salvar a empresa, com foco em reestruturação financeira.

Se você já sente medo real de que sua empresa quebre, o pior risco é esperar. Comece com uma Auditoria Financeira Inicial focada em entender se ainda há saída – e qual.


Falência não acontece de um dia para o outro: ela dá sinais (claros) antes


Muita gente imagina falência como um “evento repentino”. Na prática, a empresa vai adoecendo ao longo do tempo.


Alguns sintomas aparecem anos antes de qualquer processo formal de falência:


  • Lucro caindo aos poucos, até virar prejuízo.

  • Caixa cada vez mais apertado.

  • Endividamento crescendo mês a mês.

  • Atrasos que se tornam rotina.

  • Dono da empresa cada vez mais cansado, sem horizonte claro.


Ignorar esses sinais é o que transforma:


  • Uma situação ainda reversível

    em

  • Um cenário em que não há mais o que fazer.


A seguir, vamos listar os sinais mais importantes – e como interpretá-los.


Sinal 1: a empresa não gera caixa suficiente nem em meses “bons”


É normal existirem altos e baixos, mas um alerta sério é quando:


  • Mesmo nos meses de boa venda o caixa continua no limite.

  • Qualquer sobra é rapidamente consumida por dívidas e atrasos.

  • Não existe respiro financeiro, só sobrevida.


Algumas perguntas diretas:


  • Quando foi a última vez que você teve 3 meses seguidos com caixa realmente positivo?

  • Você consegue formar reserva financeira, ou tudo é consumido imediatamente?

  • Se um cliente importante atrasar, tudo desorganiza?


Se a resposta é:


  • “Não lembro da última vez que sobrou de verdade”

ou

  • “Qualquer imprevisto me derruba”

… seu negócio pode estar operando no limite da falência, mesmo que ainda esteja aberto.


Sinal 2: endividamento crescente e rolagem constante de dívidas


Preste atenção se a rotina está assim:


  • Pega empréstimo para pagar outro empréstimo.

  • Usa cartão / cheque especial / conta garantida como parte fixa do caixa.

  • Faz parcelamentos de impostos, mas volta a atrasar pouco tempo depois.

  • O valor total devido nunca diminui de verdade, apenas muda de formato.


Esse é um clássico caminho de aproximação da falência:


  1. A operação não gera caixa suficiente.

  2. A empresa passa a se financiar com dívida.

  3. Os juros começam a consumir boa parte do resultado.

  4. A cada mês, fica um pouco pior.


Chega um momento em que:


  • O crédito seca,

  • Os bancos restringem limites,

  • E a empresa descobre que não consegue mais rolar nada.


Esse ponto costuma ser a “ante-sala” da falência.


Sinal 3: atrasos generalizados e perda de credibilidade


Uma empresa caminhando para a falência, quase sempre, apresenta:


  • Atraso frequente de fornecedores.

  • Parcelamentos e atrasos de impostos.

  • Negociações pesadas com locador, bancos e parceiros.

  • Cheques devolvidos, protestos, bloqueios em conta ou risco real disso acontecer.


Com o tempo, isso gera:


  • Perda de credibilidade no mercado.

  • Piora nas condições de compra (perda de prazo, exigência de pagamento à vista).

  • Dificuldade em manter estoque ou atender contratos.


Quando a confiança de fornecedores e parceiros vai embora, a operação passa a funcionar com dificuldade, mesmo que exista demanda.


Esse é outro passo em direção à falência: o negócio até teria clientes, mas não consegue operar plenamente.


Sinal 4: mistura total entre contas pessoais e contas da empresa


Esse é um problema crônico em PMEs e, em momentos de crise, se agrava.


Alguns sinais:


  • Despesas pessoais sendo pagas pela conta da empresa.

  • Retiradas frequentes sem planejamento, “quando dá”.

  • Ausência de pró-labore definido.

  • Dificuldade em separar se o problema está na empresa ou no padrão de vida dos sócios.


Quando isso acontece:


  • Fica quase impossível saber se a empresa ainda tem jeito.

  • A sensação de “não sobra nada” aumenta.

  • Decisões importantes (cortar, investir, renegociar) são tomadas em cima de percepções, não de fatos.


Em um cenário de quase falência, não dá mais para manter esse tipo de mistura. Ou o dono separa claramente as coisas, ou a confusão apressa o fim.


Sinal 5: perda de controle – você não sabe mais “quanto deve” nem “para quem”


Chega um ponto, em algumas empresas, em que o empresário já não tem clareza de:


  • Quanto deve ao todo.

  • Quanto deve especificamente para cada banco, fornecedor ou órgão público.

  • Qual o custo real de manter a empresa aberta por mês.

  • Quanto precisa entrar de receita para simplesmente empatar.


Esse “apagão de informação” é muito perigoso:


  • O dono passa a tomar decisões no escuro.

  • Pode priorizar pagamentos errados (deixar de pagar o que mantém a empresa viva e pagar o que poderia ser renegociado).

  • Fica refém de emoções: medo, culpa, vergonha.


E, quando o dono trava, a empresa acelera a descida.

Esse é exatamente o ponto em que uma auditoria/diagnóstico financeiro profundo faz a diferença: organizar o caos, colocar tudo no papel e mostrar se ainda há recuperação possível – e como.


Sinal 6: o negócio depende totalmente de você – e você está esgotado


Outro sinal típico de empresa se aproximando da falência:


  • Tudo depende do dono.

  • Sem o dono, não há decisão, não há venda, não há negociação.

  • E o dono está fisicamente e emocionalmente exausto.


Esse esgotamento leva a:


  • Procrastinação em decisões importantes.

  • Tolerância maior com erros graves.

  • Desânimo para executar qualquer plano de recuperação.


Se a mente do dono “pede arrego”, o negócio perde seu principal motor.E empresas nessa condição têm muito mais chance de sucumbir quando o mercado aperta.


“Estou vendo vários desses sinais na minha empresa. Isso significa que já é tarde demais?”


Não necessariamente.


Existem, em geral, três estágios:


  1. Estágio de alerta  

    • Sinais aparecem, mas a empresa ainda tem alguma folga.

    • Ajustes bem feitos podem trazer recuperação sem medidas extremas.


  2. Estágio crítico (quase falindo)  

    • Vários sinais mencionados acima ocorrem ao mesmo tempo.

    • Caixa extremamente apertado, endividamento pesado, atrasos constantes.

    • Ainda há saída, mas ela exige reestruturação firme e rápida.


  3. Estágio terminal  

    • Endividamento impagável no horizonte razoável.

    • Atividade já está tão comprometida que não faz sentido insistir.

    • Muitas vezes, a decisão profissional é planejar uma saída ordenada, protegendo ao máximo o empresário, sua família e o que puder ser salvo.


O papel de um diagnóstico sério é justamente:


  • Dizer em qual desses estágios sua empresa está.

  • Mostrar, com números, se há plano viável de recuperação.

  • Definir, com você, se faz sentido colocar energia em salvar ou em minimizar danos.


O que NÃO fazer se você desconfia que sua empresa caminha para a falência


Quando o medo bate, é comum tomar decisões que aceleram o fim.Algumas delas:


1. Pegar qualquer empréstimo que aparece, sem plano


  • Empréstimo fácil, caro, apenas para “aguentar mais um mês”.

  • Sem mudança na operação.

  • Sem projeção clara de como será pago.


Isso costuma transformar um problema grave em problema quase irreversível.


2. Vender patrimônio pessoal às cegas, para colocar dinheiro na empresa


Colocar dinheiro pessoal na empresa pode fazer sentido em alguns casos – mas só com diagnóstico.


Fazer isso no escuro, sem saber se:


  • A empresa é recuperável,

  • Qual o tamanho do buraco,

  • E que mudanças estruturais serão feitas, pode significar perder a empresa e o patrimônio pessoal ao mesmo tempo.


3. Fingir que nada está acontecendo


Negar a realidade, evitar olhar para números, empurrar tudo para depois:


  • Diminui drasticamente o tempo disponível para agir.

  • Faz com que, quando você decidir olhar, seja tarde demais.


4. Tentar resolver tudo sozinho, em silêncio


Por vergonha ou medo de julgamento, muitos empresários:


  • Não conversam abertamente nem com os sócios.

  • Escondem a real gravidade da situação de família e parceiros.

  • Não buscam ajuda especializada.


Isso só aumenta o peso nas costas de uma pessoa que já está sobrecarregada.


O que fazer se você identificou vários sinais na sua empresa


Aqui entra a parte prática. Se você leu até aqui e pensou “isso está acontecendo comigo”, o passo a passo é:


1. Colocar tudo no papel (mesmo que doa)


Liste, de forma simples:


  • Tudo o que a empresa deve (bancos, fornecedores, impostos, outros).

  • Tudo o que a empresa tem a receber (clientes, contratos em andamento).

  • O que custa, por mês, manter o negócio aberto (folha, aluguel, custos mínimos).

  • O faturamento médio dos últimos 6 a 12 meses.


Não se preocupe com perfeição; preocupe-se com honestidade com a realidade.


2. Separar empresa e pessoa física (o máximo possível)


Definir imediatamente:


  • Um pró-labore realista (nem zero, nem irreal).

  • Que despesas pessoais não serão mais pagas pela conta da empresa.

  • Como serão tratadas retiradas extraordinárias (apenas quando houver sobra comprovada).


Mesmo em fase crítica, essa separação ajuda a:


  • Enxergar melhor se o problema é do negócio ou do padrão de vida.

  • Proteger minimamente o empresário e sua família.


3. Buscar um diagnóstico financeiro profissional


Neste ponto, a pior escolha é ficar sozinho com o problema.


Um diagnóstico conduzido por uma consultoria financeira especializada em PMEs, como a BRK Consult, vai:


  • Analisar o passado financeiro em detalhes (faturamento, custos, dívidas, fluxo de caixa).

  • Identificar valores que podem ser resgatados, inconsistências e desperdícios.

  • Dizer, com base em fatos:

    • Se a empresa ainda é recuperável;

    • Em quanto tempo, aproximadamente;

    • O que precisaria mudar na prática (preços, custos, prazos, dívidas, estrutura).

  • Apontar um caminho de reestruturação – ou, em casos extremos, ajudar a desenhar uma saída menos traumática.

Se você está vendo na sua empresa vários sinais de falência, continue lutando – mas lute com informação e estratégia.Solicite um Diagnóstico Financeiro Gratuito para entender se ainda há plano real de recuperação.


Como a BRK Consult atua em casos de quase falência


A BRK Consult é especializada em consultoria financeira empresarial para PMEs, com foco em:


  • Empresas que faturam e não veem dinheiro.

  • Negócios no vermelho ou em risco real de falência.

  • Segmentos como comércio, serviços, clínicas/consultórios e indústrias.


Em casos de quase falência, a atuação passa por:


  • Auditoria Financeira Inicial Detalhada  

    • Raio-X completo do passado financeiro.

    • Mapa de dívidas, fluxo de caixa, margens e inconsistências.

    • Identificação de valores a resgatar e ações de impacto rápido.

  • Plano de Reestruturação Financeira  

    • Estratégia para 90 dias, 6 meses e 12 meses.

    • Ajuste de operação, custos, precificação e prazos.

    • Suporte em negociação com bancos e fornecedores.

  • Modelo de honorários alinhado ao resultado  

    • Valor pelo diagnóstico/avaliação inicial.

    • Componente vinculado a sucesso (valores recuperados / plano implementado).


O objetivo não é “dourar a pílula”. É mostrar a realidade como ela é e, se houver saída, construí-la com você.


Conclusão: encarar a verdade é o primeiro passo para evitar a falência


Ignorar sinais não faz com que eles desapareçam. Pelo contrário: dá mais tempo para que o problema cresça.


Se você:


  • Já vive em aperto constante,

  • Vê dívidas aumentando,

  • Percebe atrasos se acumulando,

  • E sente medo real de quebrar,


então seu próximo passo não é “mais um empréstimo” ou “mais um mês empurrando”.


Seu próximo passo é:


  • Enxergar com clareza onde a empresa realmente está.

  • Deixar de lutar no escuro.

  • Tomar decisões com base em números, e não só em medo ou esperança.


E isso passa, inevitavelmente, por um diagnóstico financeiro profundo e profissional.


A partir daí, você saberá se:


  • Há plano de recuperação – e qual é;

  • Ou se é hora de proteger ao máximo o que ainda pode ser salvo.


Em ambos os casos, olhar a verdade de frente é sempre melhor do que deixar a falência chegar de surpresa.



 
 
 

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